Reflexão: Os 4 Obreiros

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Havia quatro obreiros numa igreja:
O primeiro chamava-se Todo Mundo, o segundo Alguém, o terceiro Qualquer Um e o quarto Ninguém.
Houve um tempo naquela igreja em que o inimigo, encontrando uma brecha onde não havia zelo, começou a plantar a semente da divisão. As obras da carne, iras, pelejas, disputas, orgulho, ódio e mentira começaram a prolifera.
Aquela igreja, outrora avivada, começou a esfriar. Vieram escândalos e murmurações.

As pessoas mais fracas desviaram. Os diversos membros, os diversos ministérios
(de louvor, da pregação, do ensino, grupos missionários e diaconato) começaram a fraquejar.
Isso tudo porque houve um probleminha:
Todo Mundo, tinha certeza que Alguém estava orando e jejuando. Qualquer Um poderia orar, mas Ninguém fez.
Alguém murmurou, pois orar e vigiar era dever de Todo Mundo na igreja.
Todo Mundo pensou porém, que Qualquer Um poderia fazê-lo. Ninguém imaginou que Todo Mundo deixasse de vigiar.
No final, Todo Mundo, culpou Alguém, quando Ninguém fez o que Qualquer Um deveria ter feito.
Você não é Todo Mundo, você não é apenas Alguém, você não é Qualquer Um, muito menos Ninguém.
Artigo Escrito Por:
Arnaldo da Silva Ferreira

 

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Conselheiro Cristao

Conselheiro Cristao

Paulo Cícero é casado e tem dois filhos.
Professor de escola dominical a 17 anos até o momento.
Profissão: Vendedor, segurança, freelancer em divulgação e geração de conteúdo para sites e blogs.

Contato: (21) 998200616 (Vivo e WhatsApp)

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